Eu sei…. mas tem gente que não sabe

Eu sei, eu tenho plena consciência e convicção que fui, sou e serei sempre uma “nerd” inveterada, daquele tipo que mais irrita os professores por sentar no fundo da sala de aula, convencer durante todo o ano letivo e ainda assim estar entre as dez maiores notas do curso, sem fazer tanto esforço, nem perder noites acordadas estudando (alguns fins de semana sim, mas noites em claro jamais!).
Sei também que o fato de eu ser assim não me dá o direito de criticar outras pessoas que não sejam do mesmo jeito, ou exigir que 100% da população seja estudiosa, mas há certas coisas que acontecem em nosso cotidiano (sim no nosso, pois não sou a única vítima) que me deixam passada, de cabelos em pé e me provoca dores no pâncreas. Não se trata de nenhuma doença nova, mas pura e simplesmente do uso inadequado de nossa querida língua portuguesa. E o que mais agride meus ouvidos é constatar que tais sacrilégios são proferidos por pessoa com um suposto nível intelectual maior que o meu. Aprecie as situações:

“Na reunião de cúpula do departamento financeiro da empresa em que trabalho….”
Estou sentada atentando a todos os detalhes da nova estrutura do setor, os empréstimos e pagamentos feitos quando o gerente pergunta se alguém gostaria de expor mais alguma dúvida e uma dita – cuja começa:
– Eu gostaria de saber, a nível de comprometimento do nosso caixa, qual o impacto que isso causaria?
Puxa, a nível de? A minha vontade foi de parar a reunião e dizer que a nível de é uma expressão utilizada em Engenharia e arquitetura para designar a posição de um objeto no espaço, como por exemplo, ao nível do solo, ao nível do mar.

“Numa conversa com uma tele-atendente do meu banco…..”
Solicitei a proposta de um consórcio para aquisição de imóveis usados, para saber o quanto tenho de poupar se quiser comprar uma casa e a telefonista termina ligação dizendo.
– Dentro de cinco dias eu vou estar enviando para sua residência a proposta para ser analisada, e caso a senhora esteja de acordo a senhora poderia estar assinando e estar nos devolvendo a mesma assinada pelo correio?
Tudo bem eu sei que o treinamento das tele atendentes é baseado nos modelos Americanos, e o inglês usa e abusa do “Ing” já que ele faz parte da estrutura da língua, mas aqui no Brasil, e em Português não dá.

“Na sala de aula no meio da aula de Administração da Produção…”.
Meu professor estava explicando quais os requisitos básicos para o bom funcionamento da gestão integrada de produção, vulgo MRP II, quando uma aluna da frente (ah, esse povinho que senta na frente viu) lança a seguinte questão.
– Professor, o senhor poderia dar exemplos para mim entender como isso se aplica ao mundo real?
Antes que eu tivesse um ataque epiléptico, o professor me salvou chamando a atenção da sala inteira para o fato de que o “mim” na língua portuguesa não pede verbo e não provoca ação. Mim” não faz nada. O correto na frase acima seria para eu entender, a propósito.

Enfim, apenas pequenas alfinetadas para criar consciência linguística

Coisas sobre uma menina muito….er……

Algumas semanas atrás escrevi aqui mesmo um post sobre como Murphy não dorme, e atribui a criação dessa frase à Nívea, uma amiga minha de faculdade, e o texto de hoje é uma pré compilação do capitulo que dedicarei a ela quando for uma velha escritora famosa na minha casa na costa do Sauípe, enquanto o namorido estiver espichado na rede tomando tequila e contado histórias para nossos netos. Ou não. Voltando à Nívea, não sei sinceramente se quando ela era pequena ela bateu a cabeça com força no chão da maternidade ou se a quantidade de A.A.S. infantil ingerido durante seus primeiros anos de vida acabaram afetando seus neurônios, mas certamente algo aconteceu para que ela soltasse ilustres frases como:

“Eu sou normal, as pessoas é que cutucam meu retardado”.
Essa foi proferida numa sexta feira a caminho do metro depois de uma exaustiva semana de aula, quando meus amigos de classe e eu insinuamos que ela tinha parafusos a menos na cabeça, ao que ela veementemente negou com a frase acima. Simplesmente perfeito!

“O serviço prestado é do tipo agendamento”.
A frase solta assim até que faria algum sentido, agora imaginem o contexto: prova de Administração de Marketing, 5º semestre, a questão descreve um salão de cabeleireiros que oferece serviços personalizados aos seus clientes, e pede para que o encaixemos em uma das 4 categorias de características de serviços existentes (Intangibilidade, Inseparabilidade, Variabilidade ou Perecibilidade), e a resposta da Ní, foi a pérola acima.

“Eu ficaria com Murphy”
Essa é bem recente e derivou do texto que citei aí em cima. Claro que imprimi uma cópia do texto para presenteá-la, já que foi a musa inspiradora da crônica. Não sei se vocês se recordam, mas coloquei uma foto que encontrei de Murphy no fim do texto, que quando foi pela Ní provocou não só a frase acima, como também ela afirmou que Murphy é (ou era?) um sujeito muito apessoado. Por isso que ele não larga do pé dela.

“Eu adoro Teasear”
Mais uma pérola advida das aulas de Marketing. No mundo dos negócios, em especial em propaganda entende-se por Teaser um projeto para influenciar os clientes a adquirirem um produto, e teaser vem do inglês e significa provocar, claro que não perdi a oportunidade:
Renata: Ní, você gosta de teasear?
Nívea: Nossa! Eu A-D-O-R-O teasear.

“Eu vi um corpo sem cabeça”
Essa é bem recente. Alguns dias atrás estávamos voltando da faculdade, indo em direção ao metrô e havia um carro preto parado junto ao meio fio, e dentro o motorista estava trajando uniforme preto, bem como os estofado do carro era de couro preto. Ao que se desenrolou a seguinte cena:
Nívea: Gente o que é isso?
(Renata e Juliana olham para o carro)
Renata: O que Ní?! O que houve?
Nívea: Nada não gente!
Renata: Desembucha logo! Que aconteceu?
Nívea (rubra): É que eu olhei para dentro do carro e vi um corpo sem cabeça, tô até de perna mole.
Agora imaginem vocês queridos leitores a cara dessa que vos escreve após a Ní falar isso? Eu quase não pude respirar de tanto que ri nos 10 minutos seguintes.

“Oohhh Chucky!”
Quem aqui viveu a década de 80 e 90 deve lembrar perfeitamente do filme Brinquedo Assassino, cujo principal personagem é um boneco que atende pelo nome de Chucky. Pois é, na faculdade tem um elemento (cujo nome será mantido em segredo para sua proteção) que possui os cabelos, estatura e face muito semelhantes ao do tal boneco, e claro que inventamos um apelido maldoso para ele, e claro que ele não sabia, até o dia em quem a Nívea tinha de falara algo para ele e ao invés de chamá-lo pelo nome virou no meio da sala de aula e:
– Oh Chucky, vem aqui, por favor,

“São necessários dois corpos”
Aula de Administração da Produção, nosso professor que por si só já é uma figura que merece um texto no futuro está explicando a árvore de composição de produtos, tomando por base a velha e conhecida caneta BIC, e falando que é composta de carga, tampa, tudo e corpo. Ao que retruca:
Professor: O que é necessário para formar o corpo filho do produto?
Nívea: São necessários dois corpos…

Existem outras maravilhosas e geniais sacadas dessa menina, mas como eu disse elas ficarão para meu livro dedicado a ela. Nívea você é uma menina muito, muito criativa e eu adoro você sua piolhenta!


“Eu sou normal, as pessoas é que cutucam meu retardado”

Meu pequeno garoto

Olá pequenino! Faz um tempão que a gente se conhece né? Para ser mais exata pouco mais de 15 anos se passaram desde que eu soube que você viria até esse momento.

Sabe, eu tive uma infância legal, porém bem solitária. A falta de amigos e de irmãos era algo bem maçante. Claro que tinha a parte boa de ter a atenção e os presentes só para mim, mas tinha a contrapartida de que não ter com quem dividir os ovos de páscoa, brincar na areia da praia, andar de bicicleta no prédio. Tinha nossos primos, mas não era a mesma coisa, então quando a mamma anunciou que eu ia ganhar irmão, fiquei radiante! Porém, não levei em conta o fato que você estava vindo 11 anos e meio depois e que quando tivesse idade e tamanho o bastante para brincar, eu já não brincaria mais, mas nem por isso deixou de ser maravilhoso ver a sua carinha rosada pelo vidro da maternidade.

Nós passamos muitas coisas legais, que você certamente não lembra, porque era muito pequenino. Tudo começou quando a nossa mãe teve que voltar a trabalhar depois da licença maternidade e precisava de alguém que cuidasse de você, e esse alguém fui eu. E o que uma menina de pouco mais de 11 anos poderia fazer com um bebê que chorava por tudo?! Aprender a cuidar dele, oras! Me partia o coração quando eu precisava te dar banho e ao tirar você do meu colo, começava um choro sentido, é claro que eu não tinha idéia que bebês sabem ser muito melindrosos quando querem. Mas aí você cresceu e comecei a te ensinar coisas legais. Com pouco mais de um ano, usando uma argola te ensinei a dar seus primeiros passos sozinho nesse mundo, e foi muito legal de ver aquele toco de gente andando sozinho dentro de casa. Isso foi para me redimir de ter te colocado na forma para assar no dia do Natal do ano anterior. Mas, que fique claro que a forma estava coberta por um travesseiro, um cobertor e que você cabia direitinho no lugar do chester.

Quando você estava um pouco maior, eu era a encarregada de te levar e buscar na escolinha, subíamos e descíamos de mãos dadas aquela ladeira gigante todos os santos dias, e em dias de chuva forte, colocava você no meu colo, por baixo da blusa de frio e te levava seco e em segurança para casa por mais que isso tenha me rendido infinitas crises de gripe. Acho que foi nessa fase que eu sem querer te derrubei da bicicleta enquanto te ensinava a pedalar e te traumatizei durante algum tempo. Mas, tentei me redimir nos anos seguintes sendo a melhor irmã que consegui.

Sei que às vezes sou um pouco dura, estressada e pode até parecer falta de carinho, mas provavelmente você já se acostumou com esse meu jeito ranzinza de ser, e é apenas reflexo do que eu quero para você: que seja o homem mais digno, brilhante, bem sucedido e feliz na face da terra, pois você meu pequeno irmão, é quase como um filho meu. E esse é o jeito de te desejar: Feliz Aniversário pequenino. Amo-te muito Emerson!

Feliz Aniversário Clone!

Pequena história de dominação

Você se aproximou sem que eu pedisse. Já tinha percebido como entrara da mesma forma na vida de outras amigas, e mesmo tomando cuidado não pude deixar de ser envolvida por você. Quando finalmente me dei conta você já havia tomado conta do meu ser, e desde então minha vida mudou.

Durante as noites enquanto você me domina, sinto meu corpo banhado de suor e as forças se exaurem aos poucos, e durantes os raros momentos em que consigo dormir os sonhos são conturbados e confusos, sempre por influência sua.

Na alvorada de um novo dia, meu corpo parece ter sido massacrado por sua presença e a sensação febril que você me impõe mal possibilita que eu esboce alguma reação.

No decorrer do dia, mal consigo trabalhar, pois a sua ação sobre meu corpo é continua e prolongada, e mesmo me esforçando para prestar atenção ao meu trabalho, o sono, o cansaço, e a vertigem dominam minha mente.

Desde que você chegou tenho dispensado meus compromissos sociais, amigos, família e até pequenos prazeres como ouvir música, ou me entreter com leitura. Você conseguiu até mesmo me afastar da minha vida acadêmica, pois não há forças que me façam chegar até a faculdade, depois de um longo e exaustivo dia sob sua influência.

Mas, não pense que não vou reagir. Estou unindo todas as forças restantes desse corpo febril para te mandar embora da minha vida de forma definitiva, e estou recorrendo até mesmo a infusões quase mágicas utilizadas por minha família geração- pós – geração. Aguarde, pois nossa separação está muito próxima.

Saudações de uma pretensa escritora muito, muito gripada.

Sobre o assassinato da cultura popular

Depois de um longo e tenebroso inverno (tá não foi assim tão longo, tenebroso ou frio assim, foi só uma semana de folga que eu peguei aqui do Idéias), volto para compartilhar minha face ranzinza e mal – humorada, e o pior disso é que há motivos para tanto.

Ontem, depois de deixa minha irmã no aeroporto, voltando para casa com meu namorado, entre um chacoalhão e outro entraram alguns elementos que não deveriam ter mais de 16 anos, acreditando ser muito legal imitar os novos “gangsters” que aparecem nos clips de funk americanos e afins. Não vou entrar no mérito da questão musical, pois o que mais me chamou a atenção foi o (nulo) nível cultural das criaturas, e em questão de menos de 5 minutos eles conseguiram me deixar indignada duas vezes. Em um primeiro momento o ônibus parou em frente a uma exposição promovida pela Blue Life, na Avenida Brasil aqui de São Paulo, batizada de “Corpo Re-Velado”, ou seja, isso nos remete à idéia de que a mostra é sobre o corpo humano semi – exposto, certo? Errado! Pelo menos do conceito de um dos garotos que solta a fabulosa pérola:
– Olha tem mulher pelada ali naquelas fotos!
Ao que o amigo dele responde
– Hehe, e tem homem pelado também.
Parece-me que alguém andou fugindo das aulas de interpretação de texto. Quando achei que não ouviria mais nenhuma barbárie, o mesmo garoto pergunta.
– Que dia foi o feriado mesmo? Dia 6 ou dia 7?
Claro que tive um ataque de tosse no mesmo instante, pois até onde eu sei o único feriado nacional no Brasil existente em Setembro, é no dia 7, quando comemoramos a Independência do Brasil, ou será que fui eu quem fugiu das aulas de História?
Mas, se alguém acha que o “errado são os outros”, ontem mesmo enquanto estava re – assistindo “O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel”, meu irmão caçula afirma veementemente que a cidade de Caracas fica no México e não na Venezuela. E claro, que eu perguntei para ele onde é Bogotá, vai que alguém a tirou da Colômbia e a moveu para o Chile. Não bastante mais tarde afirmou que polvos (que são octópodes) podem ter mais de 8 tentáculos (alguém vai ser perseguido durante os próximos meses até saber que não).

Acidez à parte, o que eu quero dizer é que fico profundamente sentida com a falta de conhecimento de Cultura Geral dessa moçada, pouco mais nova que eu, pois é na mão deles que está o futuro do Brasil o “país do futuro” que sinceramente eu queria que fosse o país do presente. Claro, que não podemos cobrar de todos que saibam tudo sobre tudo, pois até para os mais “nerds” como eu isso é impossível, mas é legal saber um pouco sobre tudo, mesmo que seja cultura inútil igual àquela informação de quem é humanamente impossível lamber o próprio cotovelo, ou que pulgas fêmeas só fazem sexo uma vez na vida, porque isso alimenta o espirito curioso do ser humano e o impele a buscar novas coisas.
Então, estou aqui abrindo um apelo a vocês queridos leitores desse celeuma internético que colaborem, se vocês têm irmãos, primos, amigos mais novos, ou da mesma idade e que são carentes dessa curiosidade criativa, vamos dar uma mão para que nosso futuro não seja burro, pois eu até acredito na teoria do Dener que, se continuar nesse ritmo, as coisas ficarão tão horríveis que chegará a hora que o quadro vai se reverter, mas prefiro dar uma mão para que ele mude antes de chegar ao fundo do poço

Cinco coisas sobre a italianinha…

Quem é a Italianinha?! Eu oras! Mas, falando sério, demorei um pouco para responder ao desafio da minha querida amiga Márcia dona do Caras e Bocas da Bella, enumerando cinco coisas sobre minha pessoa que você não sabiam. Ou que talvez vocês saibam, mas eu acho importante compartilhar.

1- Meu nome veio de uma novela, mas parece não ter dado muito certo…
Sério! Minha mãe quando estava grávida, assistia a uma novela chamada “Os Gigantes”, e no elenco havia uma garotinha de nome Renata que era simplesmente o capeta em forma de gente, ruim até a medula, aprontava com Deus e o mundo. Quando finalmente ela (minha mãe) foi para o hospital para dar à luz a sua Renata… não entrou em trabalho de parto, e o médico constatou que eu estava dormindo; até hoje só conheci uma outra pessoa que nasceu dormindo. E posso até ser meio bruxa, mas não chego a ser tão má. No geral busco sempre espalhar o amor por onde eu for (meio cafona, mas assumo isso perante vocês contra minha vontade).

2- Eu não queria crescer…
Durante minha infância e adolescência todos meus amigos e amigas mal viam a hora de chegar à vida adulta para poder sair de casa sem dar satisfação, dirigir, curtir e coisas do tipo. Se existe re-encarnação eu devo ter tido uma vida adulta bem infeliz na outra existência, porque eu não queria crescer me tornar adulta e tinha plena consciência que junto com a “dita” liberdade viriam as responsabilidades em escalas muito maiores. E dito e feito. Agora não posso voltar no tempo e ser criança, mas essa minha cara de menina combinada com altos ataques de bobeira são resultado da minha saudade dessa época. Ô tempo bom viu?

3- Eu sou Music-Addictec
Desde que me entendo por gente eu sempre fui fissurada em música. Na escola amava entoar os Hinos Patrióticos. Em casa, desde cedo, sempre pedia de presente discos (de vinil) e fitas (K7) com as novidades que demoravam chegar ao Brasil, por causa da inflação galopante e outros fatores econômicos bobos, chatos e feios. Quando fiquei maior e ganhei meu primeiro aparelho de som passava muito tempo com a fita k7 pronta para gravar aquela música ou aquele sucesso. Depois entrei para um coral e descobri que sabia cantar e escrever letras de música. Na seqüência foram três bandas que me ensinaram muito. Nesse meio tempo já existia o CD, e depois veio a música digital, o computador e o MP3, todas essas inovações me deixando mais perto dos estilos musicais que amo. Eu vivo e respiro música. E cada momento da minha vida tem sua própria trilha sonora. Nesse momento a trilha sonora é uma música da Marisa Monte que se chama “Não vá embora”, em que ela diz: “E no meio de tanta gente encontrei você, entre tanta gente chata, sem nenhuma graça você veio. E eu que pensava que não ia me apaixonar nunca mais na vida…”.

4- Eu não tenho religião definida
E não sei se isso é bom ou ruim. Não que eu não acredite em Deus, anjos e Santos (tenho inclusive uma medalha de Santo Expedito que tem pelo menos uns 60 anos que sai do meu pescoço, apenas em ocasiões especiais). Mas eu também acredito na beleza do Budismo, na pluralidade dos deuses gregos, romanos em hindus, acredito naqueles que movem sua vida em prol da humanidade calcados na religião, mas me assusto com os atos fanáticos de todas as religiões. Eu acredito que todos os caminhos levam a Deus, e que o que vale para mim, não vale para você, mas se você busca fazer o bem para todos de uma maneira justa, o caminho é valido.

5- Eu sou uma enamorada
Eu não tenho muita facilidade de me apaixonar como acontecia anos atrás, mas eu sou enamorada da vida e das pessoas que me cercam. Quando alguém magoa um dos meus amigos, ou alguém da minha família eu fico uma fera e sou capaz de me tornar uma pessoa má, igual a personagem que me emprestou o nome. Mas, a outra face dessa moeda é que eu sou muito apegada com as pessoas e gosto de deixar transparecer o que eu sinto pelo olhar, e tudo o que eu sinto é intenso, sincero e verdadeiro como todo bom (descendente de) italiano costuma ser.

Gostaria de fazer como a Marcinha e convocar alguns de vocês a seguir no desafio de me contar cinco coisas sobre vocês, mas acho mais legal se vocês tomarem a iniciativa por vocês mesmos e depois me dar um “alô” para eu poder conhecê-los um pouco mais.

Essa sou eu: Italianinha esquentada, brincalhona, espirituosa, branquela, cheia de sardas e muito apaixonada